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Cibercultura, uma análise

May 18, 2011

O presente post, procura dar resposta ao desafio lançado pela actividade da unidade curricular Sociedade em Rede do MPEL5.

No livro Cibercultura, Pierre Levy, procura acompanhar as implicações que as tecnologias induziram à cultura e à sociedade e á forma como estas se foram adaptando a este desenvolvimento.

Segundo Lévy, a tecnologia não funcionaria como um actor isolado, sem um contexto social e cultural. (p22)

No entanto, não podemos aceitar o carácter determinista da técnica e do consequente avanço tecnológico sobre  a sociedade ou a cultura.

Este intercâmbio de relações entre sociedade, cultura e tecnologia, permite-nos explorar novas potencialidades e possibilidades.

O espaço de comunicação aberto, possível pela intercomunicação mundial de computadores, que Levy designa por ciberespaço reforça esta partilha e comunicação entre a humanidade.

O crescimento do ciberespaço teve como base três princípios orientadores, a interconexão, a criação de comunidades virtuais e a inteligência colectiva.

Este crescimento pode por vezes dar uma sensação de desordem e caos, levando á criação constante de sistemas mais dispersos. No entanto, eles estão ao mesmo tempo, cada vez mais interligados, conduzindo à ideia do universal sem totalidade, que serve de base à cibercultura.

De destacar a forma como o autor anteviu, o desenvolvimento e evolução dos sistemas de internet e as ligações em rede.

Este constante crescimento das comunidades virtuais, dá-nos conta da importçância das ferramentas que diariamente potenciam o seu desenvolvimento. As redes sociais como o facebook, o twitter ou linkedin, privilegiam as interacções sociais e a troca de partilha e experiências unindo interesses e objectivos comuns.

Não podia deixar de dar como um excelente exemplo as comunidades de aprendizagem, destacando em concreto o nosso MPEL. Pelas vantagens que apresenta,o estudo com recursos a sistemas de ensino a distância tem-se revelado uma metodologia de ensino eficaz e cada vez mais procurado.

O Second Life, enquanto ambiente virtual de aprendizagem, e a sua riqueza de recursos, permite  a simulação e como o autor  já antevia,”As técnicas de simulação, em particular aquelas que utilizam imagens interativas, não substituem os raciocínios humanos mas prolongam e transformam a capacidade de imaginação e de pensamento.” (Levy, p.165)

Bibliografia:

Lévy, P. (1999) Cibercultura. São Paulo: Ed.34

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