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Twitter-4th and Final Step

November 1, 2011

Volta ao Twitter

Corria o ano de 1972 e Phileas Fogg,membro do Reform club de Londres,homem metódico e singular, aposta ser capaz de dar uma volta ao mundo em 80 dias, façanha que se afigura impossível, mas que o inglês após mil e um aventuras concretiza, cumprindo a sua aposta. Não foram 80 os dias de que dispusémos para dar a volta ao Twitter, no entanto também como no romance de Júlio Verne foram muitas as aventuras que ultrapassámos ao longo destas 4 semanas.
Desde o inicio afirmei não ser um utilizador do twitter, talvez por ingenuidade, desconhecimento ou simples falta de atenção.
A conta já criada, estava praticamente inutilizada. Sinto que em pouco tempo algo mudou. Compreendi a forma de utilização da ferramenta através do dominio dos comandos e nomenclaturas a que obriga, muito graças às dicas dos colegas, professores e manuais sugeridos, mas sei que o meu percurso no Twitter não termina nem deverá terminar aqui.
Inicialmente senti-me perdido, não conseguia acompanhar toda a informação disponibilizada, o que me preocupava porque sei que muita dela era realmente interessante.

Twitter, mais rápido do que um tremor de terra?

A velocidade a     que decorre esta troca de informação torna dificil acompanharmos tudo aquilo que queremos seguir, mas graças ás hashtags ou à criação de listas torna-se mais fácil acompanharmos aqueles que mais vão ao encontro dos nossos interesses e cuja informação e material disponibilizado mais se enquadra naquilo que procuramos.

O mote lançado pelo slogan “what’s happening?” remete-nos sempre para a questão do overload de informação, no entanto seguir aqueles que mais influenciam a nossa área de interesse permite-nos ter acesso a recursos que de outra forma provavelmente não teríamos. No decorrer desta semana e por intermédio de um dos colegas pude assistir em direto a uma conferência online de George Siemens.
Considero que a utilização ideal do twitter, requer uma periodicidade e frequência que nem sempre são fáceis de conciliar. É necessária uma habituação ao facto de estarmos “sempre ligados” fazendo com que o twitter acompanhe o nosso trabalho diário. Confesso que este é o ponto que tenho de superar, mas reconheço sem dúvida a sua utilidade e pertinência, particularmente no âmbito de utilização profissional em que procurou ser explorado.
Esta habituação de que falo poderá ser facilitada pelo facto do twitter permitir uma ligação com outras ferramentas colaborativas que diariamente utilizamos como o diigo, o facebook, ou o blog, fazendo com que a utilização de cada uma destas,  não seja única mas conjunta. Estas 4 semanas permitiram dar os primeiros passos, que não serão com certeza os últimos, de uma caminhada que se quer longa e proveitosa. Que continuemos a nossa volta ao twitter!

Recursos:

http://www.flickr.com/photos/hills_alive/5000224243/sizes/z/in/photostream/

http://slideshare.net/minxuan/how-twitter-changed-my-life-presentation

http://youtube.com/watch?v=ug-vjWEKBGg

Twitter – 3th Step

October 25, 2011

A terceira semana de utilização do twitter no contexto da unidade curricular de AVA não correu como desejado.
Limitações de acesso que se mantiveram até ao final da semana, não permitiram um acesso constante e participativo como desejado. No entanto, em “backoffice” as ferramentas propostas foram sendo exploradas.

O Klout permite “medir” o nível de influência dos utilizadores twitter. É interessante perceber como certos utilizadores apresentam níveis de influência distintos, servindo também de estímulo a que a nossa participação activa e pertinente faça aumentar o nosso grau de influência enquanto utilizadores Twitter.
A conjugação do Diigo e Packrati com o Twitter permitem uma troca e partilha de bookmarks que contribuem para a seleccção e organização de links relevantes.

O ponto alto da semana, foi sem dúvida o último, que coincidiu com a conferência MyMPEL. Refiro-me a este como o ponto de destaque, porque antes de mais, foi o dia em que tive melhor possibilidade de acesso ao Twitter e principalmente porque foi o momento em que melhor me apercebi das suas reais possibilidades.

A utilização como Backchannel foi muito bem conseguida, permitindo um acompanhamento da conferência em que participámos como intervenientes enquanto assistíamos à apresentação dos professores e colegas.
Os tweets postados realçaram momentos de destaque das comunicações bem como permitiram uma fluída troca de ideias entre toda a assistência.
Ao longo da 4ª semana vou procurar aprofundar um pouco melhor o que infelizmente não pude fazer da semana que passou.

Pedagogia do E-learning – A evolução

October 18, 2011

Uma reflexão sobre as teorias e práticas pedagógicas associadas ao ensino a distância remete-nos para as suas origens e a forma como evoluiu ao longo do tempo.
Observando as formas pioneiras de ensino a distância constantamos que, a base teórica do ensino a distância surgiu da hipótese que era possível ensinar e aprender sem que houvesse um contacto face a face entre professor e estudante. Holmberg (2005)

O ensino a distância evoluiu então do sistema utilizado para alcançar aqueles que de outra forma estariam privados no acesso à educação para um tipo de educação praticado mundialmente com diversos propósitos e finalidades, suportado por instituições com elevado grau de credibilidade como Universidades e empresas dedicadas ao ensino e formação.
Desde o ensino por correspondência aos intrincados sistemas em rede a que estamos ligados diariamente surgiram teorias que foram sofrendo evoluções ao longo do tempo. Como consequência também os modelos pedagógicos se alteraram. Como refere Conole “os modelos pedagógicos estão usulamente alinhados com uma determinada abordagem pedagógica ou teoria de aprendizagem.”
Não podemos colocar de parte a relação existente entre a evolução tecnológica e as práticas pedagógicas possibilitadas pela evolução e desenvolvimento de novas ferramentas que suportam o processo de ensino-aprendizagem.
As práticas pedagógicas poderão também ser influenciadas pelas possibilidades delineadas por determinado sistema, adaptando-se obrigatoriamente a ele. Como refere Anderson “A disponibilidade de tecnologias para suportar diferentes modelos de ensino influencia fortemente o tipo de modelo que pode ser desenvolvido”
Anderson situa as pedagogias de ensino a distância em três gerações ordenadas pelo seguimento cronológico do seu aparecimento/utilização.
– Cognitivo-Behaviorismo
– Sócio Construtivismo
– Conectivismo
O Cognitivo-Behaviorismo centra-se maioritariamente na aquisição directa do conhecimento, nas aprendizagens com resultados capazes de serem medidos e observados, na alteração de comportamento.
Trata-se de uma abordagem em que há um grande enfoque, acima de tudo no processo de ensino, considerando-se que o processo de aprendizagem se encontra relativamente a este, bastante dependente.
Necessita de uma orientação e acompanhamento elevado, com uma boa estruturação de objectivos e avaliação de desempenho.
Esta abordagem define a primeira fase do ensino independente a distância mas que continua a ter utilidade especialmente em programas de treino ou de formação em larga escala em que a aprendizagem é orientada ao conteúdo.
O Sócio-Construtivismo coloca ênfase na importância da comunicação e da interacção para as aprendizagens.
Remete-nos para a componente social de aprendizagem e para a interferência que as aprendizagens já adquiridas poderão assumir nas novas aprendizagens. A aprendizagem é um processo activo e o contexto em que é desenvolvido tem um papel preponderante. O professor é visto então como um guia que ao invés de emitir directrizes rígidas serve de facilitador das aprendizagens.
No ensino a distância estas práticas pedagógicas foram reforçadas com o aparecimento de tecnologia que aumenta as capacidades de comunicação entre os diversos agentes educativos, nomeadamente com o aparecimento e disseminação da internet (Anderson, 2011).
O Conectivismo, encarado por uns e refutado por outros como sendo a nova teoria de ensino a distância é a mais recente geração da pedagogia aplicada ao ensino a distãncia.
Tendo como percursores George Siemens e Stephen Downes, esta visão, nascida na sequência da evolução recente dos sistemas e tecnologias em rede, assume que o conhecimento e aprendizagem decorrem da construção e manutenção de conexões em rede.
Não se pretende que toda a informação transacionada seja memorizada, mas sim que cada aprendente tenha a capacidade de seleccionar e filtrar os elementos necessários à construção do seu conhecimento.
Assume-se no entanto que o estudante tenha a capacidade de acesso a estas complexas redes de informação e que para além de consumidor dos conteúdos disponíveis, seja ele próprio criador e participante na partilha e disseminação de recursos acessíveis à rede.
No conectivismo o ponto de partida do proceso de aprendizagem ocorre quando o aprendente conecta e fornece informação numa comunidade de aprendizagem. (Kop and Hill, 2008)
Ainda segundo os autores, para o modelo conectivista, uma comunidade é descrita como um nó que está integrado numa rede ainda maior. A rede e a interligação de dois ou mais nós interligados que permite a partilha de recursos armazenados sob diversos tipos de formato digital
Devido à constante renovação de informação o aprendente deverá ter a capacidade de lidar com essa mudança assumindo um papel activo nessa renovação e redistribuição da informação recebida. Segundo Siemens (2004), deverá ainda ser capaz de estabelecer ligações em campos que por vezes não se encontram interligados.
Novas interacçoes e aprendizagens tomam lugar. Graças à capacidade de partilha de conhecimentos entre experts e inexperientes, o acesso global a recursos e a possibilidade de colaboração e publicação extendem-se a uma audiência de dimensão mundial (Dabbagh, 2005).
Esta partilha é suportada não só pelas ferramentas de comunicaçao que permitem que essa partilha aconteca entre as comunidades de aprendizagem, mas também por softwares livres e recursos abertos que permitem o acesso e a criação de conteúdos.
É importante realçar que as teorias acima descritas não foram radicalmente substituídas, à medida que ao longo da evolução cronológica uma nova teoria ia surgindo. A sua utilização continua a ser aceite uma vez que cada uma serve determinado propósito e circunstância específica.

Conclusão
A análise da evolução dos modelos pedagógicos associados ao ensino a distância e em particular ao e-learning, ajudam-nos a compreender a interligação entre os pressupostos pedagógicos e o desenvolvimento tecnológico. Cientes das potencialidades que representa consideramos que a tecnologia não deverá assumir um carácter determinista mas sim ser o potenciador de novas práticas que conduzam a aprendizagens eficazes e completas.
A preparação dos professores e tutores para a constante evolução é fundamental, sendo essencial que possuam um espírito de abertura e de adaptação a novas realidades onde não só ensinam como também aprendem. Estes novos desafios reflectem-se também no papel assumido pelo estudante que assume cada vez mais uma posição participativa na construção das suas aprendizagens e do seu percurso formativo, sendo simultaneamente receptor e produtor de conteúdos.

Referências Bibliográficas
Anderson, T., & Dron, J. (2011). Three generations of distance education pedagogy. IRRODL. Disponível em: http://www.irrodl.org/index.php/irrodl/article/view/890.
Anderson, T. (2010). Three Generations of Distance Education Pedagogy. IRRODL. Disponível em:
http://www.irrodl.org/index.php/irrodl/article/viewArticle/865/1551.
Connole, G. (2011). Review of Pedagogical Models And Their Use In Elearning. Disponível em: http://www.slideshare.net/grainne/pedagogical-models-and-their-use-in-elearning-20100304.
Dabbagh, N. (2005). Pedagogical models for E-Learning: A theory-based design framework. International Journal of Technology in Teaching and Learning, 1(1), 25-44.
Holmberg, B. (2005). The Evolution, Principles and Practices
of Distance Education, Bibliotheks- und Informationssystem der Universität Oldenburg. Disponível em: http://www.irrodl.org/index.php/irrodl/article/viewArticle/865/1551.
Kop, R., & Hill, A. (2008). Connectivism: Learning theory of the future or vestige of the past? Disponível em: http://www.irrodl.org/index.php/irrodl/article/view/523/1103
Siemens, G. (12-12-2004). Connectivism: A Learning Theory for the Digital Age. elearnspace. Disponível em: http://www.elearnspace.org/Articles/connectivism.htm

Twitter-2nd Step

October 15, 2011

Volvida mais uma semana de utilização do twitter no âmbito da unidade curricular de AVA, o balanço que faço é positivo. Esperava no entanto, que neste momento o sentimento de ambientação já tivesse sido ultrapassado. Tal ainda não aconteceu, e honestamente a sensação de descoberta continua e perdurará.

Neste processo de integração é importante sabermos quem podemos seguir e em quem podemos confiar. A informação disponibilizada no perfil de apresentação auxilia-nos a averiguar o grau de fiabilidade de determinado utilizador. Compreender o que poderá ser um bom perfil de utilizador conduziu-nos a que também nós fossemos convidados a completar o nosso perfil de apresentação.
Na utilização profissional do twiiter, em determinada área específica é importante que a informação de perfil corresponda em grande parte à informação partilhada. Desta forma, é possível uma criação mais fidedigna de uma verdadeira rede de aprendizagem, agregando em listas específicas.utilizadores que partilham expertise em determinada área
A tarefa de criação de uma lista e consequente rede de aprendizagem, pressupôs uma actividade de pesquisa e reflexão, alvo de análise do post: Twitter-criação de uma rede de aprendizagem.
Diz-se que as conversas são como as cerejas, e no twitter tudo parece estar também interligado. Á medida que alargamos a nossa rede de contactos, com a avalanche de informação partilhada chegam novas  ferramentas para explorar e utilizar. É o caso do paper.li e do summify, diários online que resumem informação relevante transaccionada no twitter. Ao momento, ainda limo arestas na página criada no paper.li por fim a dar destaque a áreas temáticas específicas.

A maior dificuldade sentida esta semana foi sem dúvida estabelecer os elos de comunicação entre os vários ambientes. A activação de feeds do blog no twitter não se revelou tarefa fácil, já o contrário foi atingido sem dificuldade.
Avizinha-se mais uma desafiante semana de descobertas!

Twitter-criação de uma rede de aprendizagem

October 14, 2011

A organização de uma rede de aprendizagem implica um criterioso processo de selecção não só da área específica em que nos pretendemos focar como também da influência que os elementos que a constituem assumem.

Este processo envolve uma análise dos perfis de utilizadores, sendo aqui imprescindível que os mesmos possuam uma descrição completa e esclarecedora dos seus interesses e áreas de conhecimento.

A criação de listas no twitter permite-nos organizar e filtrar a informação, agregando utilizadores com denominadores comuns.

A lista que criei e-Learning – Profissionais e Referências, reúne algumas das que considero serem  referências de destaque do e-learning e das tecnologias ao serviço da educação a distância, nos seus vários domínios de intervenção, a nível nacional e internacional.

A fiabilidade, pertinência e actualidade da informação partilhada, foram então os pontos que defini para traçar o desenho da referida rede.

http://twitter.com/#!/GSCarvalheiro/elearning-prof-e-ref

Twitter-1st Step

October 7, 2011

Uma vez mais a frequência do MPEL5 conduziu-me à exploração e utilização de ferramentas, pelas quais nutria curiosidade, mas que por circunstâncias diversas ainda não dedicara a devida atenção.

Devo confessar que embora considerando o Twitter uma excelente ideia, ainda duvidava da aplicação prática da sua utilização.
Embora um utilizador registado já há algum tempo, nunca como agora tinha posto mãos à obra e investido tempo à procura das suas potencialidades e domínios de utilização.

A leitura dos manuais foi, e tem sido, importante, numa fase em que a névoa da “tempestade”, causada pelo excesso de informação se começa lentamente a dissipar.

Quanto ao processo de escrita em sim, considero que a limitação causada pelos 140 caracteres poderá funcionar também como uma linha orientadora, no sentido em que nos ajuda a filtrar o que é essencial em cada mensagem que é enviada, tornando-se de fácil leitura para quem nos segue.

Já não existem grandes dúvidas nos comandos básicos de (@) Reply , Direct Message ou Retweet e as (#) Hashtags  permitem catalogar a informação por temas, permitindo que mais facilmente nos mantenhamos informados sobre determinado domínio de interesse.

Actualmente debruço a minha atenção na exploração e comparação de dois softwares, Tweetdeck e Hootsuite.
Como utilizador de Mac Ox o interface do tweetdeck parece-me mais agradável. Além do mais, aquela que via como maior vantagem do Hootsuite, agregar outras contas, como por exemplo o Facebook ou o Blog WordPress é tarefa que ainda não realizei com sucesso.

Resta-me continuar a tentar, e a twitar!

Autenticidade e Transparência na rede, uma utopia?

June 20, 2011

Um primeiro pensamento sobre a  autenticidade e transparência das redes sociais, remete-nos para as interacções grupais e colectivas que o ser humano estabelece no seu contacto com os outros e a forma como estas interacções ocorrem.

A análise dos comportamentos colectivos só será entendida com base na ideia de identidade individual de cada um dos elementos que constituem essas redes.

Associamos identidade, ao conjunto de características e atributos que nos difere e que nos caracteriza enquanto indivíduos. No entanto e segundo Castells (1999) não significa necessariamente que o indivíduo seja incapaz de se relacionar com os outros ou de representar toda a sociedade sob essa identidade.

Essa capacidade de nos relacionarmos e de criarmos pontos de ligação com os outros, influencia-nos e redefine a nossa própria identidade.

O advento das redes sociais e o peso que as mesmas assumem actualmente  em grande parte da população leva-nos a pôr em causa o constructo de que a individualidade estaria totalmente constituída e se manteria fixa  a partir de uma determinada fase do nosso crescimento.

É importante que a identidade que apresentamos nas nossas redes sociais virtuais não descure factores que assumimos nas redes sociais reais. Como referem (Lopes e Cunha, 2011) as redes sociais não deverão ser utilizadas de uma forma perversa e pouco transparente, escondendo os nossos propósitos pressupondo que que os fins justifiquem os meios.

Embora seja o desejável todos os dias somos confrontados com situações que nos dizem que tal não acontece. Os comportamentos e atitudes on-line nem sempre sinónimo daquilo que é assumido na vida real, sendo por vezes inadequados e  desrespeitadores para com os outros utilizadores.

Esta vertente negativa de uma dupla ou múltipla personalidade, é acentuada com o carácter anónimo que a participação em determinados domínios da rede pode assumir.

No seguimento deste raciocínio, somos confrontados com questões como a transparência e a autenticidade, e como poderão ser uma extrapolação da forma como o indivíduo deseja ser visto perante os outros e daquilo que desvenda do seu próprio eu.

Até que é que ponto a identidade que assumimos é autêntica?

A participação autêntica na web é afectada pelas conexões que estabelecemos e de como por vezes as duas realidades, real e virtual se cruzam e confundem.

Ser autêntico, implicaria uma tranversalidade que por vezes se revela impossível, face ao confronto entre as relações reais e as relações virtuais e às diferentes identidades criadas, especialmente no mundo virtual.

O aumento da participação colectiva na rede, conduz a um aumento exponencial da informação disponível, centrando-se o desafio na selecção e autenticação dessa informação.

Como poderemos então garantir que determinada informação é autêntica e que os conteúdos publicados são alvos de um controlo rigoroso e não violam constrangimentos legais podendo eventualmente tratar-se um caso de fraude intelectual?

Acredito na evolução dos mecanismos e ferramentas que poderão garantir esta protecção e no papel fundamental que desempenharão na protecção, segurança e qualidade das conexões estabelecidas e conteúdos disponibilizados na rede. Mas será suficiente para acompanhar o crescimento exponencial que a mesma apresenta diariamente?

Referências Bibliográficas:

CASTELLS, M. (1999). A Sociedade em Rede. A Era da Informação: Economia, Sociedade e Cultura, Vol. I, 8 ed. São Paulo. Paz e Terra.

LOPES,M e CUNHA.M (2011) O Mundo é Pequeno, O que podemos aprender sobre o networking e as redes sociais, Lisboa, Actual Editora

http://yuri.typepad.com/yuri_blog/2007/03/on_authenticity.html

http://microsoft.academia.edu/AliceMarwick/Papers/400482/Selling_Your_Self_Online_Identity_In_the_Age_of_a_Commodified_Internet

http://www.futureagenda.org/pg/cx/view#403

http://networkconference.netstudies.org/2010/05/why-the-number-of-people-creating-fake-accounts-and-using-second-identity-on-facebook-are-increasing/

http://stevecheney.posterous.com/how-facebook-is-killing-your-authenticity

http://www.outsidethebeltway.com/facebook-comments-and-the-authenticity-of-multiple-identities/